
Tela e foto de Quedo. Obra Pintura no latão.
Quem quiser sacar as obras do brother Quedo é só ir no:
DOIS HAI-CÃES UIVANTES MEUS AÍ EMBAIXO:
Rimbaud no estilhaço das nuvens
Frank Zappa profetizando
o teatro mágico de rifes pisicodélicos
urro desatento de Michel Foucault
na lua negra
ponto G no êxtase das estrelas

Obra e foto de Quedo
EROS
Ele brincava de bola. Gostava de jogar futebol e Rock and Roll.
Cresceu e sempre teve pegada pra Filosofia e História.
Queria ser compositor aos quatorze anos. Mas não aprendeu a tocar violão.
Viu que o verso era sua manifestação mais própria.
Exilou-se na capital por um tempo. Quis mudar tudo, o mundo e ir mais fundo.
Descobriu que a Metafísica é o que fornece a todas as outras matérias o fundamento comum, o objetivo ao qual todos se referem e os princípios dos que dependem.
Um dia conheceu uma menina, ela era baixinha gostava de ler Sartre, tinha uma pegada panfletária. Era ligada em assuntos místicos e praticava a magia WICCA. Os dois num piscar de olhos se entenderam bem, queriam alguém e se completaram mutuamente, além disso o sexo era um jazz que tocavam muito bem.
O abismo da boca é a gula do amor feito na sexta-feira 13.
Absorta a nuvem alheia ao caos masturba a lua desmistificando o inconsciente freudiano.

Foto de Arthur Dicrayon
ET
Guilhotino o previsto
Jogo flores azuis cogumelos ao acaso
Nuvens são precisas na minha alma
Todo vagabundo iluminado faz um brinde à meia noite
Beat on the Road Zen. Buda sensei iluminava a era da noite.
No mundo a dissonância e a banalidade tomam conta de milhões
Agora é a era do dia. O sol queima nossa ignorância
Se marte aparecer no céu hoje à noite
O uivo será além do "Tratado Geral das grandezas do Ínfimo"
Ainda pergunto se sou dessa constelação
Não consigo me adptar a covardia que o poder traz.
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